ASSIM SE VAI PERDENDO A COMPLETUDE

Noite de mistério e inquietação
De bruma mística e impiedosa
Que vem atormentar os sem perdão
Numa luta constante e fervorosa
Morre a alma de silêncio e saudade
Envolta em penas longas e sombrias
Onde assentam muros de infelicidade
Sobre as memórias ténebras e frias
E assim se vai perdendo a completude
Na dor sem decisão e sem esperança
De um peito tão austero e tão rude
Entre palavras toscas e severas
Ardentes como a espada que balança
Sobre a simplicidade de outras eras
Francisco José Rito



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